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Usuários deixam mais de 72 mil objetos nas dependências da CPTM

Linhas 12-Safira e 9-Esmeralda lideram ranking de objetos perdidos



Quem nunca esqueceu algum objeto no parque, no clube, na escola ou até mesmo nas estações ou trens da CPTM? Em 2016, a Central de Achados e Perdidos, na Estação Palmeiras-Barra Funda, contabilizou mais de 72 mil itens esquecidos ou extraviados em estações e trens, nas seis linhas da empresa. 

A curiosidade aparece quando se analisa o local onde os objetos foram esquecidos: mais de 20% desse total veio da Linha 12-Safira, a menos movimentada dentre as seis da CPTM. Foram 15.559 objetos perdidos nessa linha, que transporta 250 mil passageiros por dia.

Já a Linha 9-Esmeralda (Osasco – Grajaú), a segunda mais movimentada do sistema, também ocupou a mesma posição neste ranking com 13.723 itens. Em terceiro lugar, veio a Linha 8-Diamante (Júlio Prestes – Itapevi), com 13.112 artigos perdidos. 

E quem diria: a linha mais movimentada da CPTM ficou fora desse pódio. Ao que parece os 700 mil usuários da Linha 11-Coral (Luz – Estudantes) não são tão distraídos. De lá vieram 11.700 peças registradas pela Central de Achados e Perdidos.

Na sequência, figuram a Linha 7-Rubi (Luz – Jundiaí) com 10.916 artigos computados e a Linha 10-Turquesa (Brás – Rio Grande da Serra), com 7.568 itens esquecidos.

No ranking das estações, as mais movimentadas como Brás, Luz, Guaianases, Osasco e Lapa são as que encaminham o maior número de objetos para o setor. Entre muitos deles, estão peças inusitadas e que poderiam ser facilmente lembradas pelos seus donos, como cadeira de rodas, um andador de adulto e até mesmo uma pia de banheiro – algo pesado e grande demais para ser esquecido! Mas há também os itens comuns, possíveis de serem esquecidos, como uma panela de arroz elétrica, uma casinha de brinquedo, galão de tinta, bateria de automóvel e muitos documentos, que aliás são os grandes campeões: 73% do total de extraviados. 

Devolução

Dos 72.578 artigos recolhidos no ano passado, 27.297 voltaram para seus donos, o equivalente a uma taxa de 38% de recuperação. Desse total, 6.650 foram devoluções espontâneas, quando o proprietário procura a CPTM. Já os outros 20.647 produtos recuperados foram resultado do trabalho ativo da equipe da Central de Achados e Perdidos.

Depois dos documentos, no ano passado os itens mais esquecidos nas dependências da CPTM foram as carteiras, peças de vestuário, óculos e acessórios, totalizando 27%. Contudo, outro objeto inusitado continua sendo perdido todos os anos: as risonhas dentaduras.

De acordo com Eliete Cury, chefe do Serviço de Atendimento ao Usuário (SAU) da CPTM, o alto índice de devolução se deve ao trabalho investigativo da Central de Achados e Perdidos para localizar os donos. “Apenas 20% das devoluções são fruto da iniciativa do proprietário. As demais 80% ocorrem em razão do contato ativo feito com o usuário pela Central, a partir das ‘pistas’ deixadas em documentos e objetos”, observa.

Quando chegam à Central, os itens passam por uma triagem, onde são separados objetos, valores e documentos que podem indicar formas de contato com o proprietário, seja por telefone, e-mail ou carta. Depois, são cadastrados e guardados.

Os objetos perdidos permanecem guardados cerca de 60 dias aguardando seus proprietários. Se o dono não for encontrado, eles são encaminhados para o Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo. Já os documentos são devolvidos em sua maioria aos respectivos órgãos expedidores e os cartões de banco, por exemplo, são destruídos.

Serviço

Se você perdeu algum objeto e acha que pode ter sido nas dependências da CPTM, procure a Central de Achados e Perdidos, que funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h, exceto feriados, na Estação Palmeiras-Barra Funda. O contato também pode ser feito pelo telefone 0800-055-0121 ou pelo e-mail usuario@cptm.sp.gov.br

Fonte: CPTM
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