Assessor executivo do metrô de SP é investigado por assédio sexual

Ele cometeu o assédio contra uma passageira, dentro de um trem, na linha azul. Eduardo Maggi, flagrado fazendo fotos por baixo da saia da usuária, foi afastado de suas funções enquanto a polícia investiga o caso.


Uma estudante de 22 anos viajava pela linha azul do Metrô no dia 16 de março quando foi avisada por outra passageira sobre um homem de aproximadamente 60 anos que fazia fotos com o celular por baixo da saia da universitária. O nome dele é Eduardo Maggi, funcionário de carreira do Metrô, onde está há cerca de 40 anos, hoje no cargo de assessor executivo.


Fora do trem, a vítima se aproximou de Maggi, perguntou sobre as fotos e ele se negou a mostrar o telefone. Mas ela reconheceu a própria roupa em uma das imagens na tela do aparelho.

As informações estão num boletim de ocorrência interno, feito ali mesmo, na estação Paraíso. O BO informa que Maggi é arquiteto, mas omite que ele trabalha no Metrô.

Ouvida pela CBN, uma testemunha que não quer ter o nome revelado, presenciou a universitária discutindo com o servidor e pedindo que ele apagasse as fotos. Ela conta que o assessor tentou esconder o fato de ser funcionário do Metrô e entregou o próprio crachá a um dos agentes.


O Metrô informou que Eduardo Maggi foi afastado de suas funções e que a empresa aguarda o resultado da perícia do celular usado por ele para tomar as medidas cabíveis.

A CBN foi procurada por outro segurança da companhia, que contou ser comum receber orientações da chefia para desestimular vítimas a prestar queixa. O Metrô negou que exista esse tipo de recomendação.

O boletim de ocorrência feito na 2ª Delegacia de Defesa da Mulher, na zona sul da capital registrou um termo circunstanciado de Importunação Ofensiva ao Pudor, previsto na Lei das Contravenções Penais, cuja pena pode ser o pagamento de uma multa.

Fonte: CBN

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