Homem é preso por se masturbar em ônibus na Zona Sul de SP

Lavador de carros de 29 anos foi detido após tentar fugir correndo da PM.

Um homem foi preso após ser flagrado se masturbando sentado em um ônibus na Avenida Washington Luís, na Zona Sul de São Paulo, por volta das 7h30 desta terça-feira (10).

Segundo o Comando de Policiamento de Trânsito da Polícia Militar, após ele ser flagrado por passageiros do ônibus cometendo o ato obsceno, o passageiro desembargou do ônibus na esquina da Washington Luís com a avenida Interlagos, onde a PM foi avisada sobre o ocorrido.


O suspeito tentou fugir correndo dos policiais pela avenida Interlagos, sentido bairro, mas foi acompanhado por uma soldado e uma cabo da PM e preso na rua Manguaba.

Ele é um lavador de carros, de 29 anos, e natural de Almadina, na Bahia. O suspeito não possui antecedentes criminais.

Testemunhas relataram que o homem cometeu o ato na presença de várias pessoas dentro do coletivo. O ônibus seguiu seu percurso após o ocorrido.

O caso está sendo registrado no 43º Distrito Policial (Cidade Ademar).

Conforme a Polícia Civil, duas testemunhas e o preso ainda serão ouvidas para verificar se o preso permanecerá detido em flagrante e como o caso será registrado.

Saiba aqui o que caracteriza o estupro e como denunciar.


Outros casos
Em 2017, outros casos de homens presos se masturbando em transporte público repercutiram em São Paulo.

Em setembro daquele ano, o ajudante de serviços gerais Diego Ferreira de Novais, de 27 anos, foi preso inicialmente por suspeita de ato obsceno contra uma mulher dentro de um ônibus que passava pela Avenida Brigadeirio Luis Antônio. Na delegacia, acabou indiciado por estupro porque foi acusado de esfregar o pênis no ombro da vítima e ainda tentado impedi-la de fugir dele.

Ele já havia sido preso nesta semana por ejacular em uma mulher dentro de um ônibus e depois solto pela Justiça de São Paulo. Acabou sendo detido novamente na manhã ao atacar outra passageira dentro de um coletivo na região da Avenida Paulista, centro da capital.

Ele tinha o menos 15 passagens pela polícia, incluindo três prisões por estupro. Ao menos três registros de abuso sexual são da delegacia do Metrô. 

Fonte: G1

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