Patinetes de aluguel que forem flagrados circulando em calçadas em São Paulo serão apreendidos diz Prefeitura

Foto: Rivaldo Gomes

O secretário municipal de Mobilidade e Transportes de São Paulo, Edson Caram, afirmou que estuda a possibilidade de apreender patinetes de aluguel que sejam flagrados circulando sobre as calçadas. "Patinete na calçada, aqui no município de São Paulo, não será permitida a utilização.

E eu continuo persistindo [às empresas] não deixarem que esses patinetes circulem nas calçadas", afirmou, em entrevista ao jornalista Luiz Megale, no programa 90 Minutos da Rádio Bandeirantes.


Para Caram, o ideal é que os patinetes utilizem apenas ciclofaixas e ciclovias, pela segurança tanto do usuário quanto de pedestres e demais motoristas. As medidas ainda não são válidas por falta de regulamentação, já que o Contran (Conselho Nacional de Trânsito) prevê que é responsabilidade do município definir as regras de circulação e suas devidas punições – é definido apenas que a velocidade máxima deve ser de 6 km/h nas calçadas e 20 km/h nas vias de trânsito.

Questionado sobre eventuais sanções, o secretário Edson Caram se limitou a sugerir um mecanismo de controle. Além do risco de atropelamento de pedestres, o secretário de mobilidade também se diz preocupado com usuários que se arriscam no asfalto. Segundo ele, alguns entregadores de comida estão se apropriando dos patinetes.


A Yellow, a empresa responsável pelos dois modelos de patinetes que operam em São Paulo, diz que está fazendo uma campanha para que os usuários usem o equipamento com segurança. A empresa também cobrou mais ciclovias na cidade.

A gestão Bruno Covas está realizando audiências públicas sobre o tema e promete construir mais 173 quilômetros de novas faixas exclusivas.

Em nota, a secretaria afirmou que "constituiu um grupo de trabalho para iniciar estudos e conduzir o processo de regulamentação do sistema de compartilhamento de patinetes elétricos no município de São Paulo". Até o momento, porém, não foram decididos os pontos desta regulamentação.

(*) Com informações do Metro Jornal


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