Entenda como funciona o pagamento de tarifa via QR Code na CPTM e no Metrô de SP


Foto: Circolare

O Metrô e a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) testam um novo sistema de pagamento de tarifa: o bilhete unitário com QR Code, um código de barras em 2D que pode ser gerado pelo celular.

Foram instalados dois leitores de bilhetes com QR Code em cada estação participante. A passagem não vale para integração com outro modais, como o de ônibus.


No Metrô, o sistema funciona em três estações: São Judas (Linha 1-Azul), Paraíso (linha 1-Azul e 2-Verde) e Pedro II (Linha 3-Vermelha). Já na CPTM, são quatro estações: Autódromo (Linha 9-Esmeralda), Tamanduateí (Linha 10-Turquesa), Dom Bosco (Linha 11-Coral) e Aeroporto-Guarulhos (Linha 13-Jade). Os testes vão até o dia 18 de outubro e só depois a gestão João Doria (PSDB) decide se adota ou não o sistema.

O que é QR Code?

É uma espécie de código de barras em 2D, que pode ser impresso ou gerado no celular.

O bilhete pode ser lido por qualquer catraca?

Não, o bilhete com QR Code só pode ser validade nas sete estações que participam do projeto-piloto. Em cada, foram instalados dois bloqueios com leitores habilitados para o novo sistema.


Como comprar o novo bilhete?

Com o dinheiro, pode ser adquirido na bilheteria das estações participantes. Já em totens de autoatendimento, a compra pode ser feita por cartão de débito. A terceira possibilidade é comprar pelo aplicativo com cartão de crédito.

O bilhete tem validade?

Os bilhetes com QR Code só serão válidos até o fim do teste, no dia 18 de outubro.

Quanto custa o bilhete com QR Code?

O valor é o mesmo da tarifa comum: R$ 4,30

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(*) Com informações do Portal Terra


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